Após 20 anos na mesma empresa, empreendedor encontra, em Paris, inspiração para franquia

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Depois de trabalhar em sociedade em uma empresa de tecnologia em Brasília durante 20 anos, Fernando Coelho se tornou o primeiro franqueado de sucesso de uma das maiores redes de restaurantes de culinária francesa presente no Brasil: o L’Entrecôte de Paris.

Mas essa trajetória não foi totalmente planejada. Foi depois de uma viagem a Paris, durante seis meses sabáticos, que a inspiração de abrir a franquia de um restaurante surgiu pela primeira vez.

“Depois de romper meu contrato com a empresa, eu me permiti passar seis meses fazendo o que mais gosto: viajar. Conheci muito lugares e experimentei muita comida boa. Em Paris especialmente. Quando voltei e descobri o L’Entrecôte no Itaim [Bibi, bairro paulistano] fiquei extremamente interessado na marca.”

Apesar de não ser afeito a jantares de negócios, o empresário se encantou pela possibilidade de que outras pessoas fizessem negócios tendo como pano de fundo o seu empreendimento.

Ele conta que foi em 2012, aos 53 anos de idade, que surgiu a oportunidade de empreender no modelo de franquias. “Vi que o restaurante que eu adorava estava expandindo neste formato e eu fui o primeiro interessado a fechar contrato.”

Sou o primeiro franqueado. E agora?

Diferentemente da maioria dos primeiros franqueados, Fernando não teve receio de estrear o investimento na marca. Qual o segredo? Ele diz que, após muito estudo e análise da proposta, pôde se sentir totalmente confiante para abrir a própria unidade do restaurante.

“Eu gosto de montar loja, treinar equipe, manter atendimento de qualidade e pensar em ações promocionais. Então toda essa parte de gestão de uma empresa me atrai, e com franquia é a mesma coisa. Engana-se o franqueado que imagina não trabalhar e ganhar dinheiro fácil neste modelo. É fundamental a dedicação e colocar a mão na massa”, diz Fernando.

Cinco anos depois da abertura da unidade em Brasília, Fernando comanda uma equipe de 26 funcionários e está aberto para novos investimentos. “Quando for mais oportuno, com certeza ampliarei os negócios, mas por enquanto estou aproveitando o bom momento da minha primeira escolha e seguindo o conselho da minha mãe: trabalhando muito”, afirma.

Workaholic – só que não!

Apesar de ser extremamente focado nos negócios, Fernando conta que está longe de ser um viciado em trabalho (workaholic). Para ele, a qualidade de vida também é uma prioridade, e por isso ele faz questão do convívio com a esposa – com quem está casado há 30 anos –, com os dois filhos gêmeos e com os seus amigos. Segundo o empresário, é a proximidade com a família que o ajuda a recuperar as energias e continuar focado nos negócios.

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