Os 10 setores que mais se destacaram no franchising em 2016

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O faturamento do setor de franquias cresceu 8,3% no Brasil em 2016, acompanhado pelo número de unidades, que cresceu 3,1% no mesmo período, segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Para o presidente da instituição, Altino Cristofoletti Junior, esse crescimento, que ocorreu apesar das condições econômicas adversas do país, se deve ao profissionalismo do franchising brasileiro e à agilidade em se adaptar, com redução de custos e aumento de eficiência, por exemplo.

O setor que apresentou o maior crescimento em 2016, de acordo com o levantamento da ABF, foi Saúde, Beleza e Bem-estar, com 15,5%. “Na área da saúde, a ascensão de clínicas populares, que suprem as necessidades de quem ficou sem plano de saúde após sair do emprego, foi muito significativa”, afirma Nara Silvério, Diretora de Expansão da consultoria Franquia Exata.

Serviços automotivos foi a área com segundo melhor desempenho, com 11,6% de aumento. “Como as pessoas estão trocando menos de carro, a manutenção ganha importância”, explica Nara. O setor de Moda, com 10,4% de crescimento, foi impulsionado pelas as mídias sociais e influenciadores digitais, além de um maior número de homens preocupados com estética e tendências.

Mais destaques

Em quarto lugar vem o setor de Alimentação, com 8,8%, favorecido pela abrangência e pela confiança dos próprios investidores “Há sempre o pensamento: mesmo na crise, as pessoas não deixam de se alimentar”, afirma Nara. O crescimento do delivery, com forte participação da venda por aplicativos, também contribui para esse aumento. Na sequência vem o setor de Limpeza e Conservação, com 7,9%.

Acompanhando a tendência de crescimento de pequenos e micro empreendedores, que buscam serviços de comunicação e presença na web, o setor de Comunicação, Informática e Eletrônicos fica com a sexta posição. “Empreendedores digitais também movimentam muito o setor”, afirma Naiara Correa, diretora da Lemon&CO, consultoria especializa em franchising.

O setor de Casa e Construção também apresentou crescimento, movido principalmente pelos pequenos serviços de reparo e decoração. Na oitava posição, Serviços Educacionais teve o crescimento impulsionado por pessoas que buscam qualificação para recolocação no mercado.

Serviços e Outros Negócios ficou com a nona posição e, em décimo, Hotelaria e Turismo. “Apesar da crise, as pessoas não deixaram de viajar, mas passaram a fazer mais viagens nacionais e muitas vezes a destinos próximos”, explica Naiara.



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